- controle de tempo: sou um desses jogadores para quem o tempo é sempre insuficiente. Isso me fazia perder valiosos pontos em partidas ganhas ou empatadas por não conseguir completar o número de lances obrigatórios, ou por ultrapassar o tempo permitido. Nos últimos anos passei a policiar isso dividindo o tempo total em grupos de 10 lances. Isso me ajudava a saber se estava com uma relação razoável entre tempo e número de lances. Aqui nos EUA perdi a mão e essa técnica não funcionou, particularmente no World Open em que tive várias derrotas causadas diretamente pela falta de tempo mas, como já disse Fischer, culpar o tempo pelas derrotas é como alegar estar bêbado por causar um acidente de trânsito. Não serve como desculpa. Isso tem que ser melhor trabalhado.
- abertura: de maneira geral não está ruim, mas algumas linhas mais agudas não podem ser deixadas para ser (re)descobertas no tabuleiro, ainda mais para um consumidor de tempo contumaz como eu.
- meio-jogo: a menos que se confie mais na intuição, é muito arriscado entrar em complicações em todas as partidas (o tempo vai embora rapidinho) se você pretende analisar a fundo todas as variantes. Mas tenho falhado em alguns lances táticos bem objetivos.
- Final: não posso reclamar. Tenho tido bons resultados graças a eles.
- Brancas ou Pretas? Meus resultados de pretas têm sido muito melhores. Acho que tem a ver com um melhor domínio das aberturas. Se eu melhoro com as brancas (o que não deveria ser tão difícil), o resultado geral deve melhorar muito.
- As partidas
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